Najila Trindade e Neymar: Quem mentiu?

Trecho de minha análise, publicada no canal Metaforando.

Uma das análises mais polêmicas e mais solicitadas no meu canal foi a do jogador de futebol Neymar, envolvido no que ficou conhecido como “O caso Najila”. Fui em inúmeros veículos da mídia comentar sobre esse caso, e após algum tempo a própria mídia noticiou a resolução: Najila que acusava Neymar de estupro, perdeu o processo e teve sua vida devastada.

A SITUAÇÃO: Em meados de 2019.

Najila Trindade, Modelo.

A modelo carioca Najila Trindade, troca mensagens com o jogador de futebol, Neymar Jr.
As mensagens, que teriam sido vazadas pelo próprio Neymar, mostravam que os dois tinha bastante intimidade em suas conversas (realizando até troca de fotos íntimas), e até mesmo demonstravam sensações positivas enquanto falavam um com o outro. 

Em determinado momento do contato dos dois, Neymar teria sugerido que Najila fosse para Paris, onde o craque morava na época deste evento. Najila, teria aceitado uma ajuda financeira de Neymar para viajar até Paris, e teria inclusive se hospedado em um hotel, selecionado pelo jogador. Eles então teriam se visto pessoalmente, e algo de negativo teria acontecido naquele quarto, pois seria a partir dali, se iniciaria todo o caso.

O CASO: “Neymar me estuprou!”

O caso ocorre sobre uma acusação de estupro. O jogador de futebol Neymar que já havia se pronunciado sobre uma acusação de estupro envolvendo seu nome, passou por mais uma polêmica na mídia. Najila Trindade, a mulher que acusou Neymar sobre estupro e agressão, se pronunciou publicamente em uma entrevista ao SBT.

Na entrevista concedida por ela, logo após Neymar postar um vídeo em suas redes sociais dando “a sua versão” dos fatos, Najila diz que quando se encontraram, Neymar teria ficado agressivo e teria cometido ato sexuais com ela, mesmo após ela ter pedido para que ele parasse. Ela alegou ainda que o jogador a agrediu fisicamente. 

MINHA ANÁLISE: “Najila trindade: Sorriso da Mentira?”

Então começo a minha análise observando alguns pontos críticos na fala de Najila, para entender o que ela sentiu ao relatar isso e, se existia ali sinais de incongruências que poderiam ser destacados em sua linguagem corporal. 

A VESTIMENTA

Sua vestimenta passava um ar de “garota indefesa”.

O Primeiro ponto que gostaria de relatar é sobre a roupa que a Najila usou pra conceder a entrevista. Uma roupa sem decote, gola alta, uma camiseta simples com desenho colorido, uma roupa típica de ficar em casa que transmite a ideia de uma pessoa comum, nada parecido com as fotos que foram encontradas nas redes sociais. Basicamente, isso pode ser considerado como um S3 (Impression Management) neste caso é uma tentativa de dar uma manutenção na aparência dando a impressão de uma pessoa honesta, uma pessoa caseira, e não uma mulher sensual como nas redes sociais.

Esse tipo de estratégia inclusive já foi utilizada aqui no Brasil por uma psicopata chamada   Suzane von Richthofen. Na entrevista que ela deu na ocasião do assassinato dos pais, ela usava um pijama com desenhos, bem infantil, para aparentar de uma menina indefesa, de uma garotinha que não sabia o que estava fazendo e era pura de coração.

ESTRUTURA VERBAL DO RELATO

Ao ser questionada pelo repórter, se ela tinha ciência de que uma relação sexual poderia acontecer no encontro com o jogador Neymar, ela diz:  “-Sim….era meu…meu intuito era esse!”. Neste trecho consigo observar que houve uma alteração de tempo, uma pausa um pouco mais longa do que todas as pausas que ela dá antes de responder as perguntas, essa pausa pode estar associada a uma tentativa de manipulação, ou seja “Vou ganhar tempo pra elaborar uma resposta melhor”  

Quando ela diz “Sim, era meu intuito”, sua voz fica mais aguda. Segundo pesquisas evidenciadas no livro (Getting to the Truth – Lansley), a nossa voz fica um pouco mais aguda porque nossas pregas vocais estão sobre o efeito do hormônio da adrenalina, isso causa um enrijecimento muscular (dentre várias consequências) e, como as cordas vocais são músculos, nossa voz acaba ficando um pouco mais fina. 

Quando ela começa a falar de uma maneira mais pessoal, quando ela começa a contar os relatos de maneira mais emotiva e espontânea, ela utiliza termos bem mais populares, como por exemplo: “ Ele bateu na minha bunda violentamente” (naquele momento ela está tendo uma reação emocional). Como também em outro momento, ela cita que o seu primeiro advogado abandonou o caso: “Ele disse pra mim: você não foi estuprada, você deu porque você quis”. Ou seja, ela usa uma linguagem popular, por isso que aqui neste contexto, neste momento a palavra  “intuito” difere um pouco da linha de base verbal dela.

Para responder as perguntas, ela geralmente utilizava as mesmas palavras que foram usadas na pergunta, o repórter cita “intuito” e ter uma “relação sexual”, e é basicamente com essas mesmas palavras que ela responde as indagações. Essa estratégia verbal (Chamada S2) geralmente é usada quando alguém que está dissimulando está com receoso de “dar com a língua nos dentes” e acabar se entregando, então, para responder algo crítico sem se complicar, o mentiroso pode adotar essa forma de responder a pergunta com palavras da própria pergunta. 

EXPRESSÕES FACIAIS:

AU10: Nojo

Mais uma observação que se destaca é uma micro expressão de NOJO, quando Najila conta  que tinha o “intuito” de ter uma relação com ele, especificamente neste trecho: “Desde quando comecei a falar com ele” (NOJO caracterizada pelo AU10 levantador do lábio superior, juntamente com uma negação de cabeça e um shrug bilateral). Esses pontos mostram  uma certa incongruência no que a modelo está dizendo, de que realmente ela teria interesse em ter relação sexual, isso pode acontecer por vários motivos, porque na verdade, ela não tinha interesse na relação e sim em outras coisas, como namorar com ele por exemplo. 

Observei também no momento da entrevista em que ela se explica, dizendo: “Eu tinha um desejo de ficar com o Neymar”, que ela faz um gesto de juntar as mãos, caracterizado como  “gesto do pedinte”, mais conhecido como “oração”.  

Além disso, ela não tira os olhos do entrevistador o que pode ser considerado um Facial Feedback. Geralmente, quando contamos uma história é normal quando citamos um ponto, olhe para a direção dele. Mas quando nós permanecemos focados no interlocutor, apenas olhando pra ele, pode ser que a gente queira checar se ele está acreditando em nossa história. Essa é mais uma estratégia de persuasão, comumente usada em narrativas manipuladas.

GRANDE INCOERÊNCIA NARRATIVA:

Foto divulgada por Neymar em seu instagram.

Destaco aqui, uma potencial incongruência na narrativa nesta parte da história de Najila:
“Eu pedi pra ele parar e, enquanto ele cometia o ato, ele continuava batendo na minha bunda, violentamente, e depois eu girei (estavam na cama), foi tudo muito rápido, questão de segundos e me retirei”. 

 Ela relata cronologicamente, (no trecho acima) estava deitada com Neymar na cama após estar despida e, ali então eles trocaram carícias, e o Neymar então virou ela de lado, e cometeu o ato sexual, segundo Najila, contra a vontade dela durante alguns poucos segundos como ela mesma relata. Em seguida, ela girou o corpo e se retirou (da cama), mas se voltarmos e observarmos o  primeiro vídeo do Neymar, em que ele mostra as conversas: ELE enviou um foto pra ela de como ficou o “ato” em que ele cometeu ali a agressão, segundo ela relata, a agressão teria sido “com tapas fortes em seus glúteos”.  Ela até mesmo fala na entrevista que ele enviou a foto pra ela, e o ex advogado dela teria acreditado na foto porque viu a foto como “prova” da narrativa de Najila.

Nesta foto, teoricamente está relacionada a este momento em que ela está contando, tem alguns pontos que diferem. Primeiro ela não está deitada na cama como relatou na foto, conseguimos observar que ela está na verdade, fora da cama, de joelhos na lateral da cama e debruçada na cama, se apoiando com os cotovelos (posição popularmente conhecida como “de quatro”). Segundo ponto incongruente, relacionado ao “tempo dos eventos” que ela está falando, ela relata que ele começou o ato contra vontade dela, foram poucos segundos e ela deu um basta na situação, girou o corpo e saiu, porém como já vimos além da pose na foto não ser a mesma que Najila descreveu, pra se tirar uma foto não é assim tão rápido. Vendo esta foto e comparando com o relato dela, fica o questionamento: Em que momento (nesses poucos segundos) quando Neymar começou o ato contra a sua vontade, ela girou e saiu fora? No meio disso tudo (antes dela girar) ele teve tempo pra parar, pegar o celular, entrar na câmera, focar (lembrando que quanto mais escuro, mais difícil pra focar  e tirar uma foto), tirar a foto e só então ela saiu dali? Isso não seria algo que é feito “em poucos segundos”. Então isso pode ser um potencial incongruência na narrativa nesta história.

CONCLUSÃO:

Najila e seus advogados.

As investigações do caso acabaram por inocentar Neymar, e como saldo, Najila Trindade ainda foi indiciada por denunciação caluniosa. Hoje ela comenta que sua vida virou de cabeça pra baixo na época dos eventos, e que ela “Passou pelo inferno” mas diz que está bem melhor atualmente.

MINHA OPINIÃO PESSOAL:

Acho que independente dela ter feito algo “de caso pensado”, ou não, a mídia e o público em geral, bateu bem pesado nela. Lembro que pensava: “Mas e o filho dela? O coitado vai ficar como? Vendo todo mundo xingar a mãe dele de “puta”, “vadia”, “interesseira”?”

Enfim, eu sei que isso acaba sendo o ônus de ter sua imagem vinculada a pessoas públicas  (ou você mesmo sendo uma pessoa pública), mas ainda me espanta a falta de empatia alheia.

Até uma próxima, 

Abraço sem proxêmica íntima!

Flordelis: Mandou Matar? (Análise Não Verbal)

Nos últimos dias meu canal, e meu nome, foram marcados em inúmeras notícias e postagens, geralmente dizendo “Metaforando acertou mais um”, “Olha só, não é que o Metaforando tava certo?”. Apesar de achar isso meio estranho, pois parece mais que eu era algum tipo de “Vidente” do que alguém que apenas estava teorizando, fui ver do que se tratava. Era sobre o caso Flordelis, quando vi a notícia me lembrei de tudo que observei enquanto analisava esse emblemático caso.

Flordelis e seu marido Anderson, quem ela supostamente mandou matar.

Há quase um ano, me foi solicitado inúmeras vezes, a análise do caso Flordelis. Ela era suspeita de ter participação no homicídio do próprio Marido (Anderson do Carmo). A Deputada, e também pastora dizia não ter nenhum envolvimento com a morte do Marido (que foi assassinado na garagem da própria casa, tendo sido alvejado mais de 30 vezes). Minha análise foi vista como “não favorável” a Flordelis, uma vez que indiquei alguns pontos com grande chance de serem dissimulações ou inverdades. E agora, quase um ano depois, a verdade vem a tona, a investigação acusa Flordelis de ser mandante do crime.

RELEMBRANDO: 2019

A FACE:

Em entrevista ao câmera Record para dar “a sua versão” dos fatos envolvendo a morte do pastor Anderson, Flordelis demostra vários sinais de incongruências. O ponto principal observado na face dela, são as expressões de Felicidade que demonstra inúmeras vezes, com micro sorrisos e micro contrações na região orbicular dos olhos.

Como no momento em que o repórter pergunta como ela está se sentido após a morte de seu marido, ela faz uma micro expressão de FELICIDADE, podemos observar isso pelo zigomático maior contraído bilateralmente; AU12B.

Um outro momento emblemático, ocorreu na entrevista para a rede Globo (programa Fantástico), quando Flordelis é questionada sobre “quem poderia ter matado o pastor Anderson” (frame abaixo).

Novamente, ela exibe felicidade, com um micro sorriso, o que é muito incoerente. Em sua linguagem verbal ela faz uma pergunta nesse momento, dizendo algo como “Pois é, essa é a grande pergunta”. A reação mais comum em situações como esta, seria o uso de um comportamento mais reativo, e voltado para emoções negativas, como por exemplo chorar, gritar, xingar, mas não um sorrisinho.

O comportamento facial de “felicidade” poderia nos dizer que ela (Flordelis) experienciava o que é chamado de Duping Delight, ou a “satisfação” que o mentiroso tem, quando acredita que sua história falsa está “colando”.

DISCURSO INCOERENTE:

Além dos vários sorrisos expressos por ela nessa entrevista, ainda podemos ver um estilo verbal mais “afastado”, que acontece geralmente quando o mentiroso evita abordar diretamente um tema, ou prefere usar frases de efeito. Isso fica evidente logo após ser perguntada “como está se sentindo” (em relação a morte do marido) quando ela diz : -“ Dizem que o tempo melhora esse tipo de situação, mas não está sendo esse o meu caso”.

Lembro que esse tipo de linguagem me chamou muito a atenção, pois esse estado de certa “apatia” com as palavras, é algo muito marcante em casos onde o mentiroso se convence de que não será pego. Ele joga com uma máscara social positiva, altruísta, e acaba cometendo frases como essa, onde geralmente é passada uma espécie de “sabedora”. Quando ouvi ela dizer isso, meu foco redobrou nessa análise.

O uso de uma linguagem tão formal (“não está sendo esse o meu caso”) e tão bem articulada num momento desse onde seria predominante um tipo de reação mais emocional bem como uma linguagem mais espontânea mais emocional, não faz muito sentido narrativo e pode ser visto como uma inconsistência narrativa uma vez que ela articula muito bem palavras complexas, demostrando ali uma certa manipulação do seu discurso e uma ausência de espontaneidade e também pode estar relacionado a um afastamento verbal porque ela não nomeia a situação como, por exemplo: – “Eu estou muito triste pela morte de meu marido… isso caracteriza um afastamento, ela não faz mensagens diretas a ele como: Eu estou triste porque ele morreu, ela apenas define como “Esse tipo de situação” que é um termo ambíguo totalmente diferente  se ela falasse algo como: “- Eu ainda não superei a morte dele!” Portanto esses pontos ambíguos numa narrativa geralmente levantam suspeitas, vemos isso em outros casos como no depoimento de Bill Clinton quando se referiu a Monica Lewinsky (que era sua amante) ele disse: “- Essa mulher…” Ao invés de: minha secretária, caracterizando um afastamento verbal.

Em muitos momentos da entrevista podemos observar que Flordelis utiliza de vários afastamentos verbais, como citei esse tipo de afastamento em excesso pode ser visto como discurso evasivo, como na narrativa dela quando relata o que ocorreu no dia do crime, ela enche de detalhes a história, descrevendo em meio ao relato que a filha veio correndo: “A milha filha que mora embaixo e  dorme na sala perto da porta do…” esse tipo de detalhes excessivos segundo o protocolo SCANS de análise não verbal e o protocolo SCAN do conteúdo na mensagem não verbalizada são uma dissimulação, porque quando queremos contar uma historia verdadeira pra gente nos vamos direto ao ponto emocional , não ficamos preenchendo ela com detalhes, com narrativas evasivas, ou relatando outros pontos da história, invés de darmos mais atenção ao “ponto principal”.

TEORIA DO PASTOR ANDERSON: Uma possível motivação para o crime.

Teria o pastor Anderson, cometido abusos sexuais?

Acontece que uma das linhas de investigação presumia que o pastor Anderson poderia ter tido relação sexual com alguma das filhas adotivas, ao ser questionada sobre isso Flordelis se nega a responder e fica visivelmente irritada com esta pergunta ela clama estar furiosa e diz sentir-se desrespeitada. Os elementos que envolvem esse crime 30 tiros, 30 perfurações no corpo, uma grande gama de perfurações na região genital, podem revelar grande impulsividade de quem executou Anderson, veja bem, não foram 5 tiros (como ela diz “pá pá pá pá pá” ) foram 30 tiros que demonstra um estado emocional elevado em quem fez isso, e não uma frieza, o que novamente tem uma relação muito grande com motivos pessoais e o fato  da grande concentração de tiros na parte genital, pode estar associado a uma mensagem direta que pode ter sido passada do agressor ou dos agressores para o pastor Anderson, ou que “utilizasse” o pastor Anderson para passar uma mensagem pra mídia e novamente reforço a ideia que há grandes motivações pessoais envolvendo esse crime oque tornaria improvável a hipótese de que tenha sido assaltantes ou pessoas que não tivessem relação ou conhecimento direto com o Anderson.

A linha de investigação provavelmente presumiu que os filhos poderiam ter sido abusados por Anderson e assim terem se rebelado contra o pai adotivo como manifesto por abusos sofridos. Vale lembrar que embora não seja confirmado que o pastor Anderson teve ou não relações sexuais com as suas filhas adotivas ou até mesmo pedofilia, ele tem um perfil muito semelhante a de outras pessoas que se envolveram em abusos cometidos contra crianças em comunidades e geralmente com ligações religiosas.

Jim Jones e David Koresh, eram pastores, cometeram abusos e foram baleados até a morte.

Foram os casos como o de  João de Deus, Jim Jones e David Koresh, que assim como Anderson, esse três também tinham os seguintes elementos eram líderes religiosos que pregavam religião derivadas do cristianismo, viviam em comunidade ou casa compartilhada com mais de 15 pessoas das quais todas as pessoas dormiam próximas umas das outras, crianças, meninos, meninas, homens, mulheres, e mesmo com filhos não se mudavam ou construíam novas residências moravam sempre no mesmo local, tinham acesso a criança de forma fácil e muitas vezes sem supervisão de adultos eram líderes de suas famílias e das famílias que estavam hospedadas em sua comunidade ou casa compartilhada, tinham o controle financeiro de tudo e dividiam tarefas da casa para cada pessoa possuíam crianças adotadas em situações ilegais (como mostra na entrevista, Flordelis  diz que dos 55 filhos adotivos apenas 15 eram adotados em Lei). Todo esses pontos são similaridades conhecidas por essas 4 pessoas, ainda não há provas de que o pastor Anderson tenha abusado dos filhos, porem esses outros três citados, abusaram de mulheres, homens, crianças e além de violência sexual, praticaram contra elas, também violência física contra mulheres, crianças e animais. Com exceção do João de Deus os outros três, Anderson, Jim Jones, David Koresh foram baleados até a morte, então pode ser que haja uma correlação entre esses perfis, são todos muito parecidos, pode ser que haja uma correlação entre o abuso sexual infantil e a figura do Anderson, pode ser que haja.

REVELAÇÃO DO CASO: Investigadores concluem o caso em 2020.

Alguns dias atrás, a investigação do MP e da Polícia Civil do Rio de Janeiro, finalizou suas diligências, oferecendo a acusação de Flordelis como “mandante” do crime. Nas palavras dos oficiais envolvidos no caso “Esse tipo de crime, revela que o culpado geralmente é alguém próximo ou da família”.

Ainda além disso, a investigação revela que Flordelis já tentava matar Anderson há 2 anos, por envenenamento (enquanto ele comia). Um dos filhos de Flordelis, que “assumiu ter atirado em Anderson”, disse em depoimento a polícia, que teria matado o padrasto (Anderson) pois suspeitava de que ele teria abusado de uma de suas irmãs.

Flordelis, por ser deputada, não pode ser presa preventivamente, por ter foro privilegiado.

O Desfecho de todo esse caso ainda está por vir.

Obrigado por todos que leram até aqui, abraços!